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VIII Congreso Latinoamericano de Sociologia Rural
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América Latina: realineamientos políticos y proyectos en disputa
Porto de Galinhas, Pernambuco—Brasil 15 a 19 de noviembre de 2010 |
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Identidad visual del Congreso |





Tela de Lula Cardoso Ayres
Com cenas de vidas que refletem a alma nordestina, de vidas ligadas à agricultura e à pecuária, o artista pernambucano Lula Carodoso Ayres criou este painel, que decora o salão nobre da UFRPE.
Fonte: http://www.ufrpe.br/pagina.php?idConteudo=76
LULA CARDOSO AYRES
Obra Conheça a obra de Lula Cardoso Ayres em Recife. http://curtaoinstituto.blogspot.com/2007/05/lula-cardoso-ayres-e-sua-obra.html Instituto Cultural Lula Cardoso Ayres O Instituto Cultural Lula Cardoso Ayres está localizado no bairro de Piedade na cidade de Jaboatão dos Guararapes, Estado de Pernambuco e é considerado o único museu privado brasileiro dedicado a um único artista plástico, possuindo aproximadamente 300 trabalhos de Lula Cardoso Ayres, que compreende desde pinturas, desenhos, fotografias, programação visual, ilustrações, cenografias, decorações e murais. A exposição Lula Programador Visual faz uma mostra desses trabalhos. São mais de 50 projetos de painéis e murais realizados por Ayres que estão expostos no próprio Instituto. Segundo o coordenador da mostra e filho do artista, o engenheiro aposentado Lula Cardoso Ayres Filho: O talento de Lula Cardoso Ayres como programador visual pode ser identificado desde o seu primeiro trabalho catalogado, um nanquim-aquarela feito em 1921, quando tinha apenas 11 anos. Nessa exposição, com estudos, trabalhos originais e impressos, o Instituto Cultural Lula Cardoso Ayres traz ao público uma idéia geral do que o artista desenvolveu nessa aérea, como pioneiro da programação visual em Pernambuco. O Instituto ainda dispõe de uma cinemateca que reúne peças consideradas preciosidades da sétima arte, que incluem filmes da era do cinema mudo e início do cinema sonoro. São mais de 3.000 títulos em película. Há também uma rara coleção de filmes brasileiros das décadas de 30 à 60, sendo alguns cópias únicas no Brasil. Pode-se ainda citar os clássicos do expressionismo alemão, tais como Griffith e Eisenstein, que também fazem parte do acervo. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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